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Minha PROFESSORA deliciosa

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Minha PROFESSORA deliciosa
Fonte Foto: sexyblogspot.com
Tudo começou quando ainda estava em meu curso de direito, e tinha que escolher um orientador para o trabalho de conclusão de curso. Por ter relação direta com o tema que escolhi, procurei minha professora de direito processual civil, que vou chamar aqui de professora Luciana.

A professora Luciana era uma mulher loira, alta, absolutamente elegante, com 33 anos, um corpo bem delineado, sempre bem vestida, cheirosa, porém, muito séria com a turma, de modo que nunca tive qualquer aproximação maior com ela. Sabia apenas que era casada, e até onde podia perceber, parecia bem casada, fazendo o tipo de mulher bem resolvida, independente e segura de si.

Quando a convidei para ser minha orientadora, ela não demonstrou o menor interesse, e me disse que teria dificuldades de assumir o compromisso de orientação acadêmica comigo, pois o seu escritório estava com muito trabalho, e ela não tinha como dedicar mais tempo para assuntos da faculdade, que, a propósito, era apenas um hobbie para ela, visto que atuava como advogada num grande escritório junto com seu marido e outros advogados. Todavia, ela me disse que, se eu fosse sempre ao encontro dela para obter as orientações necessárias, seja no seu escritório ou onde ela pudesse me atender, ela aceitaria, mas deixando bem claro que não cederia qualquer tempo para me atender na faculdade como fazem normalmente os orientadores. Bem, aceitei.

As minhas primeiras visitas no seu escritório foram horríveis. Eu tinha que esperar horas até que pudesse me atender, e sempre me atendia no final do expediente com pressa.

Confesso que cheguei a pensar em desistir e procurar outra orientadora. Porém, percebi que muito embora não tivesse tempo para me atender, ela era outra pessoa em seu escritório, muito mais descolada, acessível sorridente e simpática, muito diferente da professora Luciana que conheci na faculdade.

Com o tempo, as minhas visitas foram ficando mais descontraídas e mais freqüentes, até que em certo dia ela me convidou para auxiliá-la como estagiário. Teríamos mais tempo juntos e ela poderia dar mais atenção ao meu trabalho acadêmico, proposta que aceitei sem vacilar, até porque já via minha professora com outros olhos e estava seduzido pelo seu perfume e pelo seu jeito de ser.

Passei a ficar todas as tardes no escritório dela e de seu marido, e à medida que o tempo foi passando, fui ficando cada vez mais maluco por aquela mulher e, sempre que podia, procurava observar as curvas do seu corpo sob aquelas roupas elegantes que muito raramente mostravam alguma coisa, e, algumas vezes, tive a sensação de que ela percebia a forma como a olhava, mas nunca me deu a menor deixa para que pudesse me atrever a qualquer coisa.

Porém, como todos têm um dia daqueles que podemos chamar de inesquecíveis, o meu dia chegou. Ela tinha uma audiência em uma cidade próxima, a cerca de 180 quilômetros, e me pediu que fosse com ela. Saímos pouco depois das nove horas da manhã. A viagem estava tranqüila, e enquanto ela dirigia seu carro falávamos um pouco sobre meu trabalho acadêmico, um pouco sobre o trabalho do escritório, e um pouco sobre nós. Em certo ponto da viagem, fomos repentinamente fechados por um caminhão e ela teve que jogar o carro para fora da estrada, em um local onde havia com um desnível de aproximadamente um metro. Por sorte, ninguém ficou ferido, mas o caminhoneiro sequer parou, e ficamos ali à beira da estrada sem termos como trazer o carro na pista novamente.

Desci e retirei a professora Luciana de dentro do carro. Ela chorava muito e estava muito nervosa, então a abracei tentando acalmá-la. Subimos até o acostamento da rodovia para que pudéssemos pegar uma carona, tendo em vista que não tinha sinal de celular para que pudéssemos chamar o serviço de assistência da seguradora. Ficamos por uns quarenta minutos à beira da rodovia pedindo carona, e durante esse tempo eu a abraçava para poder acalmá-la. Confesso que de certa forma estava aproveitando da situação, pois estava adorando ficar ali com meus braços ao redor daquela mulher que ultimamente povoava meu pensamento e meu desejo.

Conseguimos uma carona, e chegamos quase em cima da hora para a audiência. Ainda muito nervosa, Luciana se arrumou rapidamente para entrar na sala de audiência e, retocando a maquiagem, me perguntou se estava bonita. Lhe respondi bem baixinho no seu ouvido que ela não estava bonita, ela era bonita, e que pra mim fazia muita diferença. Ela deu sorriu discretamente e entrou na sala de audiência.

Como não tínhamos carro para retornar, já que o dela havia sido rebocado pela seguradora, pegamos um ônibus no começo da noite. Ela já estava mais tranqüila, mas aproveitei a intimidade que ganhei naquele dia para me oferecer para acomodá-la sobre meus braços reclinando a poltrona. Ela aceitou e me disse que eu tinha sido um anjo da guarda para ela naquele dia. Comecei a acariciar os seus cabelos, depois o seu rosto, e desci muito lentamente pelo seu pescoço, sempre de forma que pudesse encostar o meu braço sobre os seus seios macios, sentindo a sua respiração descompassar. Em certo momento, coloquei minha mão sobre seus seios intencionalmente. Ela segurou a minha mão sem nada dizer, e eu também fiquei mudo, mas ela não tirou minha mão de onde estava, apenas segurava a minha. Ficamos por alguns minutos calados e inertes, até que ela apertou a minha mão que estava sobre os teus seios. Não resisti, me inclinei e beijei a sua boca com força, acariciando os seus seios com a ponta dos dedos sobre o biquinho que crescia rapidamente. Ela começou a acariciar a minha perna subindo vagarosamente e com muita timidez até finalmente encontrar o meu pau, sentindo toda a vibração do meu mastro que já estava para explodir. Eu estava realmente disposto e pronto para comê-la ali mesmo. Mas ela subitamente parou, se recompôs em seu assento, e disse que tínhamos ido longe demais. Ficamos sem assunto até o fim da viagem. Fiquei sem saber o que fazer, afinal, ela era minha professora, minha orientadora e ultimamente minha chefe.

Na outra tarde no escritório, passou o tempo todo muito fechada, respondendo minhas perguntas sempre com uma única sílaba. No final do expediente, me chamou em sua sala e me dispensou do estágio no escritório, dizendo que eu devia a procurar no intervalo da próxima aula na faculdade para resolver a questão do meu trabalho acadêmico.

Fui embora arrasado, e puto da vida. No outro dia, a procurei na faculdade no horário de intervalo. Ela disse que estava saindo e não poderia me atender ali, mas pediu que eu pegasse o meu carro e a seguisse. Não entendi nada, mas fui atrás. Ela dirigiu pela cidade até um shopping center e parou seu carro em um canto bem escondido do estacionamento, e eu, na vaga ao lado. Ela desceu, entrou no meu carro e, sem que eu pudesse dizer qualquer coisa, me beijou como uma louca, dizendo que não tinha conseguido pensar em outra coisa desde o dia que viajamos juntos no ônibus, e que me dispensou do escritório dela apenas para evitar problemas.

Fiquei louco de tanto tesão, reclinei a poltrona do meu carro, e, enquanto beijava sua boca e o seu pescoço, acariciando os seus seios com força, deitava-me sobre o seu corpo, fazendo com que ela sentisse o volume do meu pau sobre suas pernas torneadas e aveludadas. Ela tremia, gemia, com fala ofegante dizia que estava louca fazendo aquilo, que nunca havia traído seu marido, mas eu não a deixava falar muito. Matinha sua boca ocupada com meus beijos, ao mesmo tempo que levantava o seu vestido e subia com minhas mãos sobre suas pernas até massagear suavemente sua xotinha com os meus dedos. Neste momento o celular tocou. Era seu marido no telefone. Saí de cima para que ela pudesse atender o telefone e, enquanto ele queria saber sobre assuntos do escritório, caí de boca naquela xotinha rosada e molhada, sugando seu clitóris enquanto colocava meu dedo dentro daquela bucetinha linda. Ela se contorcia e apertava minha cabeça contra sua xaninha aumentando a pressão, ficando enlouquecida sem saber se gemia ou continuava falando com seu marido. Mal desligou o celular, gemeu alto e gozou na minha boca.

Nessa altura, meu pau já estava todo melado e pronto para explodir quando ela abriu o zíper da minha calça, pegou meu pau com um olhar de desejo que nunca tinha visto e começou a me punhetar e a lamber minhas bolas com tanta vontade que chegava a doer. Ela disse que estava louca e se sentindo uma safada, e achava que não iria resistir a experimentar o gosto da minha porra, apesar de, até então, nunca ter deixado seu marido gozar em sua boca. Deixei-a à vontade, dizendo que a avisaria quando estivesse prestes a gozar para que ela decidisse. Quando a alertei de que estava quase lá, ela engoliu ainda mais o meu pau, me fazendo explodir e jorrar muita porra em sua boca.

Eu estava enlouquecido por aquela mulher e a convidei para sairmos dali e irmos para o meu apartamento. Ela respondeu que não podia porque já estava na hora de ir para a sua casa e que estava trêmula e com muito medo. Nos beijamos e, antes que saísse do meu carro, ela disse que o fato de falar com seu marido no telefone enquanto era chupada por outro homem havia lhe proporcionado o maior orgasmo da vida. Nunca mais consegui prestar atenção na aula dela. Eu despia Luciana com meus olhos fixos em seu corpo, até o ponto de um dia ela reclamar discretamente comigo.
Alguns dias depois, ela me ligou dizendo que tinha que ir em uma audiência em São Paulo, e inclusive, já havia comprado as passagens para que fosse com ela. Fiquei alucinado, não via a hora de meter o pau naquela mulher, pois ainda só tínhamos feito sexo oral.

Fomos juntos no mesmo vôo, porém sem qualquer aproximação mais íntima, devido à possibilidade de haverem pessoas que a conhecesse no avião. Fui direto para o Apart Hotel que ela havia reservado, enquanto ela foi para sua reunião. Me senti um verdadeiro gigolô, mas estava entusiasmado com tudo aquilo.

Quando ela chegou, assim que entrou, fechei a porta e a agarrei contra a parede, beijando sua boca enquanto tirava de suas mãos a pasta e jogava no chão. Tirei sua roupa com força, quase rasgando, até que ela estivesse totalmente nua. Peguei Luciana no colo, a carreguei para quarto e joguei sobre a cama. Chupei seus pés, seu tornozelo, subindo com a minha língua deslizando suavemente sobre a parte interior de suas coxas maravilhosas, até abocanhar de vez aquela xotinha rosada maravilhosa. Ela se retorcia de tanto tesão, gemia alto, e dizia que era a minha vadia e que queria por pra fora o seu lado reprimido de safada. Tirei minha boca e penetrei o meu pau latejante bem devagar, e comecei a movimentar lentamente para dentro e para fora daquela xotinha maravilhosa, enquanto chupava seus seios, seu pescoço, sua boca, aumentando cada vez mais a força de meus movimentos de quadril até que se tornassem violentos, fazendo ela urrar de prazer, e continuei assim até ela gozar. Ela me pediu para gozar em sua boca novamente, porque queria engolir cada gota de seu novo macho. Não resisti e gozei jorrando muita porra em sua boca, enquanto ela me chupava e engolia tudo, deixando meu pau totalmente limpo.

Ficamos abraçados, conversando e nos beijando por alguns minutos, até que ela se levantou e pegou em sua bolsa um tubo de lubrificante e um pacote de camisinha. Quando vi aquilo fiquei eletrizado de tanto tesão, pois confesso que adoro um rabinho. Ela se aproximou novamente e começou a punhetar e chupar meu pau com muita suavidade, e disse que era para eu ter o mesmo carinho na hora de metê-lo em seu rabinho. Em seguida, colocou uma camisinha com muito carinho no meu pau lubrificando bastante e, para o meu êxtase completo, pegou o celular, posicionou-se de quatro para mim e disse para fodê-la com carinho e sem fazer barulho porque queria falar com seu marido no celular.

Ela pegou o telefone, e começou a falar com seu marido, dizendo que teve uma ótima reunião, e que naquele momento, estava nua sobre a cama e se masturbando, e por isso ligou para ele. Certamente ele deve ter falado alguma sacanagem, pois ela começou a gemer e o chamar de meu tesão, meu gostoso quando, na verdade, era eu quem estava passando a língua naquele cuzinho rosadinho e lindo. Aquela situação foi me deixando com um tesão maluco, e, depois de lubrificar bem seu rabinho com minha língua, comecei a penetrar lentamente, deixando seu ânus se acostumar com meu pau a cada centímetro conquistado, enquanto ouvia ela pedir para ele não desligar porque estava quase gozando. Ela falava com ele enquanto virava o rosto e me olhava com aquela cara de desejo e de safada, bem diferente da minha professora e orientadora. Eu bombava lentamente meu pau quando gritou no telefone dizendo para o seu marido que ia gozar, e eu aproveitei para empurrar todo o meu pau naquele rabo gostoso e gozar junto com ela e com muita força. Finalmente minha professora Luciana, toda recatada, reservada e profissional, era definitivamente a minha vadia na cama.

Hoje eu e minha ex-professora Luciana, agora minha colega de profissão, ainda nos encontramos com certa freqüência. Um dia destes nós transamos dentro do toilete do fórum. Mas essa história eu conto para vocês outro dia.

Autor: BackBonnie@hotmail.com
Fonte: clubedoprazererotico.blogspot.com.br
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